E nessa nova fase da vida: nos encontraremos em MG.
Pensando... Livros, Educação, Letras, Palavras, Rimas
Em todos os sentidos e contextos...formal, informal, não-formal e de VIDA!
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
Bom dia, boa noite!
Hoje, escrevendo um pouquinho do que representam os meus dias, eu acordei intensamente, correndo, com muitos minutos de atraso. Me arrumei, passei o velho protetor solar de sempre (mesmo com o dia chuvoso) e fiz um treino intenso, movendo cada elemento muscular do meu corpo. Finalizei um treino que, modéstia à parte, foi com muita dificuldade e, ainda assim, tive a oportunidade de conversar e cumprimentar algumas pessoas que alcançaram muitas conquistas na vida.
E foi aí que eu vi que a “conta” não é que não fecha, ela fecha em outro ritmo. Porque essas mesmas pessoas que sustentam um olhar aparentemente tranquilo, em algum momento do processo, também desaceleraram. Gozado isso, não é!? Elas me aconselhavam a desacelerar e hoje eu entendo melhor o ponto, desacelerar não é desanimar, não é esfriar sua temperatura, não é abandonar. É seguir o caminho com lucidez.
Eu agradeci a elas, porque 2026 realmente entrou com um processo de desaceleramento, nunca de esfriamento, mas de um olhar diferente para tudo aquilo que é necessário ser feito. Um olhar diferente para a coletividade.
Um olhar que ainda acredita nas mudanças que são necessárias para um mundo melhor, mas que também é um olhar respeitoso para a minha existência.
É muito bom saber que conseguimos dar um bom dia e sustentar o boa noite, como se tivesse tomado um energético natural. É isso! Viva a vida com todas as turbulências. E, se houver turbulências, coloca o cinto que parece ser chamado de segurança e vai com medo mesmo.
domingo, 16 de junho de 2024
Inteligência Artificial e Educação: O início da produção acadêmica sobre o tema por Cláudia Helena dos Santos Araújo 🌐💡
A relação entre a Inteligência Artificial (IA) e a educação representa um dos campos da pesquisa contemporânea.
Com uma série de publicações e contribuições em diversos formatos, tenho investigado como a IA pode "atuar" como um recurso pedagógico no ensino e na prática docente, sempre com um olhar crítico.
Aqui estão alguns dos trabalhos que desenvolvi recentemente seja de forma individual ou com outros pesquisadores do tema:
1) "Considerações sobre a produção do conhecimento em IAED" - Artigo apresentado no Congresso Internacional de Educação e Tecnologias e de Educação a Distância, explorando a produção de conhecimento na intersecção de IA e educação.
2) "Inteligência Artificial e sua relação com o trabalho docente no Brasil" - Um estudo detalhado sobre como a IA está transformando o trabalho dos educadores no Brasil, apresentado no mesmo congresso.
3) "Inteligência Artificial e trabalho docente: o que dizem as pesquisas?" - Um projeto de pesquisa aprofundado realizado no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás, abordando as mudanças trazidas pela IA no ambiente educacional.
4) "Trabalho Docente e a Tecnologia em Tempos Digitais" - Análise das implicações da tecnologia digital no trabalho docente, publicada como parte de um encontro sobre educação mediada por tecnologias. Acesso ao artigo
5) "Diálogos com Andrew Feenberg" - Uma discussão em vídeo com o renomado filósofo da tecnologia Andrew Feenberg, explorando as dimensões éticas e práticas da IA na educação. Assista ao vídeo
6) "Dos sentidos da tecnologia à convergência com a educação" - Um estudo publicado no Brazilian Journal of Development, discutindo a convergência entre tecnologia e práticas educativas. Acesso ao artigo
7) "Discussões político-pedagógicas das tecnologias digitais na educação escolar no Brasil" - Artigo na Revista Sapiência, onde discuto sobre as tecnologias digitais na educação brasileira. Leia o artigo.Leia o artigo.
Essas publicações refletem meu compromisso com a pesquisa e com o trabalho pedagógico-didático em um contexto das tecnologias e educação.
Seguem as referências:
ARAÚJO, C.H.S; FERNANDES, J.S; VILAS BOAS, C.A.V. Inteligência Artificial e sua relação com o trabalho docente no Brasil. In: Anais do Congresso Internacional de Educação e Tecnologias e de Educação a Distância: Aprendizagem crítica e criativa na cultura digital, 2024. (Artigo aprovado). São José dos Campos, UFSCAR.
ARAÚJO, C.H.S. Inteligência Artificial e trabalho docente: o que dizem as pesquisas? Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG). 22p. Projeto de Pesquisa. Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPPG), 2024.
ARAÚJO, C. H. S. Trabalho Docente e a Tecnologia em Tempos Digitais. In: MORAES, M. G.; CHAVES, S. M.; CIVARDI, J. A.; TRINDADE, I. E. (Orgs.). Anais e artigos do 2o Encontro de Licenciaturas e Educação Básica: Educação mediada por tecnologias: desafios e proposições da Educação Básica ao Ensino Superior [Ebook]. Goiânia: CIAR UFG, 2022. Disponível em: https://publica.ciar.ufg.br/ebooks/ELEB_II_2020/2_artigos/e08.html. Acesso em 27 fev. 2024.
ARAÚJO, C.H.S; FEENBERG, A. (2023, 12 de maio). Diálogos com Andrew Feenberg[Vídeo]. YouTube. https://www.youtube.com/watch?v=YQb37lMKOCo
ARAÚJO, C. H. S. Dos sentidos da tecnologia à convergência com a educação / From the meanings of technology to convergence with education. Brazilian Journal of Development, 6(6), 2020, 34970–34979. Disponível em: https://doi.org/10.34117/bjdv6n6-148
ARAÚJO, C. H. S. Discussões político-pedagógicas das tecnologias digitais na educação escolar no Brasil. Revista Sapiência: Sociedade, Saberes e Práticas Educacionais, [s. l], v. 12, n. 2, p. 70-87, 2023. Disponível em: https://www.revista.ueg.br/index.php/sapiencia/article/view/14335
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024
Concepções pedagógicas da modernidade: um espelhamento da práxis educativa na contemporaneidade
Um ano de 2024 com muitos estudos, pesquisas e escritas colaborativas para nós!
Aproveito para divulgar o meu artigo "Concepções pedagógicas da modernidade: um espelhamento da práxis educativa na contemporaneidade" escrito pelo .com (Cláudia, Olira e Mary) publicado pela revista Obutchénie da UFU:
terça-feira, 22 de agosto de 2023
A caixa de Skinner (condicionamento operante / Behaviorismo)
Behaviorismo é
Assista o vídeo "A caixa de Skinner (condicionamento operante / Behaviorismo)".
https://www.youtube.com/watch?v=zUSgQK3f348
A partir das leituras e estudos realizados, comente sobre o comportamento humano, modelação de ações e suas implicações para os processos educativos.
quarta-feira, 9 de novembro de 2022
Sobre vIDAs e EducAção e ReverberAções
Ontem me fizeram uma pergunta
talvez engraçada, mas bem interessante. Um estudante desejou entender como
somos convidados a ministrar palestras em eventos. Essa não é uma equação
simples: são muitos anos de estudos, pesquisas que reverberam em sacrifícios.
Acho importante revelar isso a
quem pergunta. Ver que nossa história, nossa trajetória não é construída da
noite para o dia. Posso falar em 25 longos anos de estudos na área da Educação.
quarta-feira, 20 de abril de 2022
Contradições
O mundo é incoerente!
C O N T R A D I Ç Õ E S
O
N
T
R
A
D
I
Ç
Õ
E
C O N T R A D I Ç Õ E S
terça-feira, 18 de maio de 2021
Textos e Hipertextos
TEXTOS
E HIPERTEXTOS:
Pensamentos
flutuantes
Cláudia Helena
dos Santos Araújo (IFG)[1]
É interessante observar
as mudanças que a informática e a internet proporcionaram na sociedade e nas
distintas áreas do conhecimento.
Uma delas é a questão
da linguagem, questionando: “o
que mundo na representação da linguagem com tantos avanços tecnológicos”?
(COSCARELLI, 2002, p. 65).
Podemos mencionar distintas
linguagens como chat, hipertexto, multimídia, hipermídia,
banners publicitários, literatura digital (COSCARELLI, 2002).
Mas o que é um texto?
Os textos surgem codificados
(elaborados) em distintas linguagens, podendo ser classificados de acordo com o
gênero textual. É preciso observar as artes, a música, o pensamento sequenciado
de forma linear (ou não) em ideias, sejam tradicionais ou transcritos em linguagens
coloquiais.
Texto são
ideias que remetem a sentido e significado.
Hipertexto possibilita
a inclusão de imagens gráficas, figurativas, ícones por meio da inserção de
links (hiperlinks), ou seja, com animações, sons, vídeos, entre outros.
A prática de uso dos
hipertextos em atividades educativas pode representar algo distinto para o
processo de ensino e aprendizagem, convidando a ter maior interação e ampliando
as possibilidades das relações de mediação. Mas é necessário prever seu uso no
planejamento educacional, tendo em vista a apresentação e uso de uma linguagem
interativa.
Podemos estar
apresentando os elementos da tabela periódica
e alcançar algo que convide os estudantes a interagir com a mesma por meio de
imagens e atividades.
Mas, vamos entender o
que é um hipertexto?
Não se trata de uma imensa superposição
de textos, que se pode ler na direção do paradigma, como alternativas virtuais
da mesma escritura, ou na direção do sintagma, como textos que correm
paralelamente ou que se tangenciam em determinados pontos, permitindo optar
entre prosseguir na mesma linha ou enredar por um caminho novo (MACHADO apud
COSCARELLI, 2020, p.67).
Os hipertextos
apresentam intencionalidade comunidade, destinam-se à algum público específico.
É preciso estar atento ao aspecto comunicacional. Os textos nos aparecem em
novas interfaces de uma cultura digital, gera distintos tipos de leitores, mas
sem perder a relação entre autor e leitor.
Novos
textos
Um desses novos textos
trata-se do chat – diálogo on-line, que traz uma linguagem informal e com
características singulares. Temos o chat do WhatsApp, do direct das redes sociais, entre outros.
Outrora, temos
linguagens muito específicas que chamam de internetês.
É interessante que podemos
também utilizar sons como hiperlinks em textos. Imagine que será trabalhado o
conteúdo “Água no ponto de vista químico”. Agora, convide o estudante a ouvir
sobre o conteúdo, clicando aqui.
Pode também tentar trabalhar sobre atividade
experimental sobre volume molar dos gases. Tudo isso compõe o trabalho
docente: planejamento da aula a partir dos objetivos, conteúdos e métodos de
ensino. Para ser bem-sucedido é necessário observar os elementos centrais:
mediação e interação. Como docente de uma disciplina de Química, você pode
realizar várias atividades dinâmicas e interativas, a saber:
·
Ter
um grupo em um aplicativo de mensagem
·
Criar um blog (linguagens...)
·
Visitar museus, como o Museu da Ciência
·
Trabalhar com a linguagem imagem e
fotografia
·
Observar experimentos
científicos.
·
Entre outros.
Mas, retornando ao
internetês, observa-se um registro informal como algo muito utilizado para
abreviar e agilizar conversas “vc (você), cd (cadê), blz (beleza), tc
(teclar...)” (COSCARELLI, 2002, p. 62). O objetivo é uma fala espontânea,
natural e rápida. Agora, observa-se o uso frequente de emoji e figurinhas
dinâmicas.
Outro espaço que percebemos
uma linguagem mais informal são os e-mails. Mas é preciso estar atento às
normas padrão do espaço de envio (a quem se destina).
Veja ainda que temos o
uso de símbolos que denotam algum significado (p.70).
No que se refere à
multimídia, observa-se que uma de suas características é a variedade de mídias,
podendo ter imagens e sons. Temos e-books que podem ser interativos ou não, mas
quando estão no formato de hipertexto contribui para o manuseio do leitor.
Vamos retornando ao
leitor, veja sobre tipos
de leitores: leitor contemplativo, meditativo; leitor movente, fragmentado
e leitor imersivo, virtual.
Dito isso, ressalta-se
que a forma de comunicação se alterou na contemporaneidade. Temos as
possibilidades de deletar, apagar, recortar, copiar, colar, inserir links,
utilizar comandos específicos informáticos (control z), entre outros. Outrora,
isso torna cada vez mais relevante a necessidade de uma escrita científica com
rigor teórico-metodológico.
Os mapas mentais e
conceituais são formatos gráficos de escrita bem como organogramas, desenhos,
entre outros como explica Pierre Lévy em As Tecnologias da Inteligência e
Cibercultura.
Vamos pensar juntos: O
texto escrito – impresso, pode ser um hipertexto? Pensando nas notas de rodapé,
SIM (veja na página 73 do texto).
Também temos a possibilidade
de um texto colaborativo. São os wiki. Na plataforma Moodle temos o recurso
wiki (veja a dica sobre
como inserir o recurso wiki no moodle). Temos a wikipedia
também.
Uma boa alternativa
também os blogs, redes sociais. Veja que a ideia de gerar conteúdo é muito
contemplada atualmente.
Enfim, vamos seguindo
com nossas aprendizagens.
Mas antes de concluir
(ou não concluir), gostaria de trazer a indicação da escrita acadêmica nas
redes, ou seja, nos espaços midiáticos. Para tanto, veja dicas sobre o curso
de metodologia e escrita científica promovido pela USP e conheça o Portal
de Periódicos da CAPES.
Agora é sua vez
de escrever seu hipertexto. Vamos lá!?
Referência
COSCARELLI, Viana Carla
(org). Novas tecnologias, novos textos,
novas formas de pensar. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.
Links...
[1]
Texto escrito exclusivamente como material didático para a aula da disciplina “Tecnologias
e Educação”, realizada em 18/05/2021, no IFG, curso de Licenciatura em Química.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
Dos sentidos da tecnologia à convergência com a educação
Indico a leitura do meu texto "Dos sentidos da tecnologia à convergência com a educação"
Tem o intuito de apresentar a questão dos sentidos que são conferidos à tecnologia em sua articulação com a educação.
Realiza um diálogo com as teorias da educação críticas e não-críticas a partir de Dermeval Saviani bem como do aporte da filosofia da tecnologia proposta por Andrew Feenberg ao objetivar o uso da tecnologia em determinismo, instrumentalismo e substantivismo.
A intenção é discutir a necessidade da teoria crítica da tecnologia em sua relação com a educação. Com uma abordagem qualitativa de natureza bibliográfica com estudos e discussões que representem a relações dos temas anunciados.
Desse modo, conclui-se que os sentidos e relações se constituem no fazer pedagógico e nas ponderações acerca do que ensinar, para quem ensinar, como ensinar e em que contexto ocorrem as práticas educativas em convergência com perspectivas críticas da tecnologia.
Texto completo: Dos sentidos da tecnologia à convergência com a educação
terça-feira, 18 de agosto de 2020
Conversas com Clarice Lispector
Não ouso perguntar como está. Talvez hoje não seja um dia para isso. As visões singulares respondem por nós.
Sei que não está fácil. Veja que sempre falei a respeito da vida, cores e flores. Mas compreendo que as dores estão maiores. Mas ainda temos a vida. Pensei em pincelar com cores bem vibrantes, tipo aquarela, mas meus pincéis e minhas tintas estão fracos e granulados.
Sei que vamos seguir em frente. No seu ano de aniversário, vivemos assim. Não fique triste nem melancólica (sei que você ficava). Estamos brindando as forças bebendo de suas poesias e escritas.
Se você estivesse aqui, provavelmente entenderia.
Tem dias que estou fleumática de manhã, melancólica à tarde e esperançosa à noite. Chega a ser engraçado, mas os sentimentos são infantis também. Essa é a melhor parte de mim, a capacidade de ver o mundo com os olhos de crianças. Também limitei meu espaço, o que me fez pensar: o que é o espaço?
Tentei vibrar o mundo pelos museus virtuais. Estou tentando fazer dar certo, mas as lembranças dos lugares que fui me dizem que voltarei.
É isso!
Farei uma lista de onde estive, não mais de onde gostaria de ir. Voltarei em cada lugar, levarei uma rosa com gratidão pelo tempo em que lá desfrutei de uma alegria intensa.
Nossa conversa seria longa, mas minhas lentes à distância me chamam para o tão perto local em que estou.
Onde estou mesmo?
Cláudia












